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Resistênciapor Onofriana.pt

Por confirmar

731 dúvidas abertas. São o que as fontes consultadas não fecharam — e o que não se escreve como facto até alguém o confirmar.

Sabe a resposta, ou onde está o documento que a dá? Diga-nos.

Percursos

  • A máquina da repressão
    • O número exato da casa do Governo Civil na Rua Capelo e o uso atual do edifício; a paragem fica no troço da rua.
    • A data em que o Tribunal Plenário de Lisboa passou a reunir na Boa-Hora.
  • Do Rato ao Parque
    • A casa de Carolina Beatriz Ângelo: a numeração atual da Rua do Sol ao Rato não chega ao 181, e a paragem é aproximada.
    • O número de porta da última sede do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas, na Travessa da Fábrica das Sedas.
  • Estudantes contra a ditadura
    • O ponto exato do anfiteatro pré-fabricado no atual campus do ISEG, e se há placa.
    • A data em que o Centro de Estudos Africanos se instalou na Rua Actor Vale: 1951 (António Tomás Medeiros) ou 1954 (Wikipédia).
  • Graça, a colina das mulheres
    • O número da porta da antiga sede das costureiras na Rua do Benformoso; a paragem fica na rua.
  • O dia inicial
    • As horas do dia variam até meia hora entre as cronologias (a ocupação do Terreiro do Paço entre as 05h50 e as 06h10; os disparos da DGS entre as 20h15 e as 21h00). Usaram-se as da Comissão Comemorativa dos 50 anos e da Associação 25 de Abril.
    • O papel de Maria de Lurdes Rocha só aparece na cronologia de Jofre Alves (CD25A).
  • O voto de Carolina
    • Que os números de porta de hoje (Rua Nova do Almada, 84; Praça dos Restauradores, 13; Rua dos Castelinhos, 6; Rua de Dona Estefânia, 62) correspondem aos edifícios da época.
    • O número da porta do Centro Escolar Republicano Dr. Afonso Costa na Calçada de Arroios.
  • Os dias da liberdade
    • A data da chegada de Mário Soares: domingo, 28 de abril, na maioria das fotografias da Casa Comum; outra fotografia e um blogue indicam 27 de abril.
    • Os números do 1.º de Maio de 1974 (cerca de um milhão no país, cerca de quinhentas mil pessoas em Lisboa) são estimativas sem fonte primária indicada.
  • Palavras proibidas
    • O ponto exato do antigo Café Chave d'Ouro no Rossio: a paragem fica na praça.
    • O episódio da polícia no Café Gelo, a 1 de maio de 1962, só foi lido na Wikipédia, que cita Luiz Pacheco.

Lugares

  • Aeroporto de Lisboa (Portela)
    • Que o aeroporto onde Maria Lamas foi presa em 1953 é o de Lisboa: o Movimento Democrático de Mulheres escreve só «no Aeroporto».
    • Que Maria Antónia Fiadeiro foi presa no aeroporto de Lisboa: a Wikipédia diz «no aeroporto»; a CIG diz só que foi presa em 1972, quando regressava do Brasil.
    • A hora a que o aeroporto ficou controlado na madrugada de 25 de abril: 04h00 (Comissão Comemorativa) ou 04h25, a hora da mensagem ao Posto de Comando (Associação 25 de Abril).
    • A hora a que aterrou o «avião da Liberdade», a 30 de abril de 1974.
  • Sede da Associação Feminina Portuguesa para a Paz
    • Em que anos funcionou cada sede, a da Rua do Loreto e a da Rua Latino Coelho: o registo do Governo Civil só diz que a primeira foi anterior.
    • O ano da fundação: 10 de novembro de 1935, no registo do Governo Civil; 1936, segundo o Movimento Democrático de Mulheres.
    • O ponto no mapa marca a Rua Latino Coelho, não o prédio do n.º 25.
  • Alameda D. Afonso Henriques e Fonte Luminosa
    • O dia do comício: 19 de julho de 1975 (Comissão Comemorativa dos 50 Anos do 25 de Abril, com uma fotografia datada do arquivo de Alfredo Cunha); a página da RTP «Memórias da Revolução» diz 19 de junho, provavelmente por lapso.
  • Cadeia do Aljube
    • O preço do bilhete: o «Preçário» do museu diz 4 € e a página «Como chegar» diz 3 € (ambas consultadas a 2 de outubro de 2026).
    • Desde quando o edifício foi cadeia de mulheres, antes de 1928.
    • Se houve mulheres presas políticas no Aljube depois de 1928 (as fontes consultadas só documentam presas de delito comum, antes dessa data).
  • Palácio de São Bento
    • As fontes da Assembleia da República sobre 1911–1913 falam da Constituinte, do Senado e da Câmara dos Deputados sem nomear o edifício; que funcionavam em São Bento vem da Wikipédia.
    • O fim do cerco de 1975: 36 horas a partir de 12 de novembro (Assembleia da República); a RTP diz que os deputados saíram ao fim da manhã de 13.
    • A data da primeira sessão com as três deputadas (janeiro de 1935).
    • Se o claustro com o busto de Maria Alda Nogueira se pode visitar, e em que condições.
  • Avenida Barbosa du Bocage, n.º 96 (capela particular de Josué Trocado)
    • A hora da explosão: «cerca das 10 horas da manhã» (António Araújo) ou 10h25 (Diário de Notícias).
    • Se o prédio do n.º 96 ainda existe e que número tem hoje: as coordenadas marcam a avenida, não o edifício.
  • Palácio de Belém
    • O dia da tomada de posse de Maria Teresa Cárcomo Lobo, em agosto de 1970: a nomeação foi notícia n’A Capital a 20 de agosto.
    • Onde se reuniu o Conselho de Estado de 30 de setembro de 1974, em que Spínola anunciou a renúncia: as fontes consultadas não o dizem.
  • Tribunal da Boa-Hora
    • Que o Plenário de Lisboa reunia na Boa-Hora vem da Mensagem de Lisboa (2022); falta uma fonte de arquivo que o confirme, diga desde quando e identifique a sala.
    • A data de 22/10/1960 e a afirmação de que a pena de Maria Alda Nogueira foi a mais pesada dada a uma mulher por razões políticas só foram lidas na Wikipédia.
    • Data da absolvição: 7/5/1974 (Museu do Aljube; sentença transcrita no Malomil; Wikipédia). O recorte do Diário de Lisboa na Hemeroteca Digital tem «04Mai1974» no nome do ficheiro, mas diz que a sentença foi lida «ontem à tarde».
    • A hora das 10h00 do início do julgamento das «Três Marias» vem de uma nota do Diário de Lisboa («começou ontem às 10 horas»).
    • Quem interrogou as autoras das «Novas Cartas Portuguesas»: um agente da Polícia Judiciária especializado em prostituição (Museu do Aljube), a Polícia Judiciária (Wikipédia) ou a PIDE/DGS (Comissão Comemorativa).
    • O recurso de Carolina Beatriz Ângelo para ser recenseada (1911) foi decidido pelo juiz da 1.ª Vara Cível (Assembleia da República); só fontes secundárias o situam na Boa-Hora.
    • O decreto de 1918 que abriu a advocacia às mulheres (n.º 4676, de 19 de julho, segundo o 24 Notícias) não foi conferido no Diário do Governo.
    • Estado do Memorial do Largo da Boa-Hora em 2026 e uso atual do edifício; a coordenada é a do largo.
  • Botequim
    • O ano de abertura: 1971 (Museu do Aljube, NOVA FCSH, Imprensa Nacional) ou 1968 (roteiro «Graça em estado de graça»).
    • Quem fundou: as quatro amigas (Museu do Aljube, NOVA FCSH) ou Natália com Isabel Meyrelles, em sociedade (Imprensa Nacional; Wikipédia).
    • Não se encontrou fonte que descreva reuniões políticas concretas no Botequim antes de 1974; a ligação à oposição vem da tertúlia que Natália mantinha em casa.
    • Se há placa na fachada da Vila Sousa.
  • Cadeia das Mónicas
    • As datas institucionais (1918, 1953) vêm da Wikipédia em inglês, que cita o SIPA; o SIPA estava indisponível na consulta.
    • A data em que a cadeia fechou (1989, segundo a Wikipédia em português) não foi confirmada noutra fonte.
    • Uso atual do edifício e estado do projeto de hotel; se o espaço se pode visitar.
    • O nome completo de Dalila, a tia de Magda Fonseca, e as datas das suas prisões.
    • Outras presas políticas nas Mónicas referidas em blogues (Aida Paulo, transferida em 1939; Carolina Loff da Fonseca) — sem confirmação em fonte institucional.
    • A data em que Isabel Aboim Inglez foi mandada para as Mónicas.
    • O uso atual do antigo convento.
  • Café Gelo
    • O episódio dos açucareiros no 1.º de Maio de 1962 só foi lido na Wikipédia (que cita Luiz Pacheco); confirmar no artigo do Observador «Café Gelo: os 60 anos de um grupo que nunca existiu» ou no Público (17/3/2017).
    • Texto da placa à porta.
    • A marisqueira que hoje ocupa o espaço (desde 2024) só é referida pela Wikipédia.
  • Calçada Ribeiro Santos
    • O edifício exato da casa (a Seara Nova dá o n.º 37) e a autoria da placa de 2012.
    • Quantas pessoas foram ao funeral: «milhares» (Museu do Aljube) ou cerca de cinco mil (Toponímia de Lisboa).
  • Cantina da Cidade Universitária
    • O dia em que começou a greve de fome: 9 de maio segundo o Museu do Aljube (a Wikipédia põe a 9 o plenário que a aprovou); a Comissão Comemorativa não dá o dia.
    • Quantos foram presos: cerca de 800 (PSP), cerca de 1200 (associações de estudantes) ou 1500 (título de um artigo da revista do Expresso de 2012, citado pela Wikipédia).
    • Maria Cristina Pereira aparece duas vezes na lista dos grevistas identificados pela PIDE publicada pela Comissão Comemorativa: duas estudantes com o mesmo nome, ou uma repetição.
  • Capela do Rato
    • Quantas pessoas foram levadas para a esquadra: 91 (António de Araújo, a partir da documentação policial), cerca de 60 (Eloísa Aragão; Wikipédia) ou «cerca de meia centena» (RTP Ensina).
    • O papel das Brigadas Revolucionárias: Carlos Antunes disse que as BR tiveram papel central e que foi ele quem decidiu que Conceição Moita leria a declaração; Isabel do Carmo e os organizadores católicos dizem que a decisão foi dos católicos.
    • A presença de Sophia de Mello Breyner Andresen na capela: uma fonte secundária a favor (João Miguel Almeida, 2008), testemunhos que não a confirmam.
    • A Ordem da Liberdade (2022) e o memorial de 2024 só foram lidos na Wikipédia; o texto da placa municipal de 2022 não foi lido.
  • Casa onde morreu Angelina Vidal (Rua de São Gens, 41)
    • O ano de nascimento de Angelina Vidal: 1847 (Toponímia de Lisboa; a Wikipédia cita o assento de batismo) ou 1853 (FCSH+Lisboa). Segundo a Wikipédia, a data de nascimento da lápide está errada.
    • Se o n.º 41 de hoje é o mesmo de 1917.
  • Casa de Carolina Beatriz Ângelo e Januário Barreto (Rua do Sol ao Rato, 181)
    • Onde ficava o n.º 181 da numeração de 1909–1910: a numeração atual da rua não parece chegar a esse número (OpenStreetMap), e o ponto no mapa marca só a rua. As plantas e os registos da época, no Arquivo Municipal de Lisboa, podem responder.
    • O dia da morte de Januário Barreto: 23 de junho de 1910, segundo um blogue sobre a história do Benfica, clube de que foi o primeiro presidente da direção; Isabel Lousada dá só o ano.
    • Quando o casal ou Carolina, já viúva, deixou esta casa pela da Rua António Pedro, em Arroios, e o número dessa casa.
  • Casa dos Estudantes do Império (CEI)
    • O dia do encerramento: 6 de setembro de 1965 (Wikipédia) ou só «setembro de 1965» (DW África, no Buala).
    • Os anos das comissões administrativas: de 1952 a 1957 e de dezembro de 1960 a julho de 1961 (ReMapping), ou oito anos seguidos a partir de 1953 (DW África, no Buala).
    • O texto da placa de 1992.
  • Casa de Natália Correia
    • Se o prédio tem alguma placa que lembre Natália Correia.
    • O ponto no mapa vem de um consultório com morada no n.º 52 (OpenStreetMap), não da entrada do prédio.
    • A pena pela «Antologia»: 90 dias de prisão substituídos por multa, a 21 de março de 1970, segundo a cronologia de Luiz Fagundes Duarte, que noutro passo fala de uma pena de prisão suspensa; o Museu do Aljube fala de pena suspensa e situa-a em 1966, o ano do livro.
  • Casa de Sophia de Mello Breyner Andresen
    • O ponto no mapa: o OpenStreetMap só identifica o n.º 57-D da mesma travessa; falta confirmar a porta do n.º 57.
    • Se há alguma placa na fachada do n.º 57.
    • O ano do apoio a Humberto Delgado: 1958 (Agenda Cultural de Lisboa) ou 1957 (cronologia da Biblioteca Nacional).
    • A data do pedido para abrir uma editora nesta casa e o processo da Torre do Tombo onde está.
  • Forte de Caxias — a prisão política
    • Desde quando houve aqui presos políticos do Estado Novo: o Reduto Sul passou para a polícia política em janeiro de 1935, mas a escultura de 2020 conta os presos a partir de 1936.
    • Quem estava no Reduto Norte: o Memória Comum diz que passou para a polícia política em maio de 1938, para as mulheres, mas as suas próprias fichas registam presos homens levados para lá em 1937 e 1939, e a fuga de 1961 partiu do seu fosso, com presos homens.
    • Quantas vezes e quando Maria Lamas foi presa: em 1949, 1950, 1951 e 1953, segundo Virgínia Baptista; em 1949, 1953 e 1962, segundo a Wikipédia; em 1949, a 18 de julho de 1950 e a 20 de dezembro de 1953, segundo o MDM.
    • As datas da prisão de Cesina Bermudes em Caxias (de 14 de outubro de 1949 a 14 de janeiro de 1950) e a passagem de Stella Piteira Santos por aqui, em fevereiro de 1962, só se encontraram na Wikipédia.
    • A hora da fuga de 4 de dezembro de 1961: 9h35, segundo o relatório oficial citado pelo Museu do Aljube; 9h34, segundo a URAP («Fuga de Caxias. Dedicação à prova de bala»); 10h00, numa notícia da URAP sobre os 60 anos da fuga.
    • Quem comandou a tomada de Caxias: os capitães José Brás e Mário Pinto, à frente de paraquedistas, segundo a cronologia da Associação 25 de Abril e a da Comissão Portuguesa de História Militar; o capitão-tenente Abrantes Serra e o capitão Mário Pinto, à frente de fuzileiros e paraquedistas, segundo a página «Presos políticos» da mesma Associação.
    • O dia da libertação: 26 de abril para a Comissão Comemorativa 50 Anos, o Centro de Documentação 25 de Abril e o Memória Comum («na noite de 26»), e o Museu do Aljube conta que alguns presos saíram logo na tarde de 26; segundo o República, citado pelo Esquerda.net, a libertação começou à meia-noite e meia de 27.
    • Quantos presos saíram em liberdade: 82 — 78 e, por fim, os quatro do hospital-prisão —, segundo o República citado pelo Esquerda.net, ou 85, segundo a Comissão Comemorativa 50 Anos.
    • O dia em que Helena Neves saiu de Caxias: 25 de abril, segundo a página do seu testemunho no Museu do Aljube, ou com os outros presos, a 26 ou na madrugada de 27, como sugere a fotografia d'A Capital de 27 de abril, publicada pelo Esquerda.net, que regista a sua libertação e a de Elvira Nereu.
    • Se o forte se pode visitar — é hoje um estabelecimento prisional em funcionamento — e onde está a placa de 2019, dentro ou fora do recinto.
  • Centro Escolar Republicano Dr. Afonso Costa — aulas noturnas para mulheres (Calçada de Arroios)
    • O número da porta do centro na Calçada de Arroios, e se o edifício ainda existe.
    • Quem dirigia o Grupo Português de Estudos Feministas: Maria Veleda, segundo a Toponímia de Lisboa; Ana de Castro Osório, segundo o texto citado pelo Almanaque Republicano e o Dicionário de Médicos Portugueses.
    • Se os cursos noturnos que Maria Veleda criou no centro (Wikipédia) são os mesmos que o Grupo Português de Estudos Feministas ali dava em 1907 (Toponímia de Lisboa).
  • Casa da família Espírito Santo — sede do Centro de Estudos Africanos
    • O ano em que o Centro se instalou aqui: 1951 (testemunho de António Tomás Medeiros; Memória Comum fala do «início da década de 50») ou 1954 (artigo da Wikipédia sobre a Casa dos Estudantes do Império).
    • Se o prédio que hoje está no n.º 37 é o mesmo de 1951.
    • O nome completo da «tia Andreza», que as fontes só tratam assim.
  • Café Chave d'Ouro
    • Localização exata do antigo café no Rossio e número de polícia: as coordenadas são as da praça. Há uma agência da Caixa Geral de Depósitos na contígua Praça D. João da Câmara (nó OSM 2493312081), mas não se confirmou que seja o edifício do Chave d'Ouro.
    • Nome do jornalista que fez a pergunta (Lindorfe Pinto Basto, da France Presse) só lido na Wikipédia.
    • O uso atual do edifício: agência bancária, primeiro do Banco Nacional Ultramarino e hoje da Caixa Geral de Depósitos, segundo o blogue Restos de Colecção.
  • Cidade Universitária de Lisboa (Estádio Universitário e faculdades)
    • O dia do plenário do Estádio Universitário em que falou Isabel do Carmo: a fotografia publicada pela Comissão Comemorativa dos 50 Anos do 25 de Abril, da coleção da própria, só tem o ano, 1962.
    • Quando Helena Neves foi agredida por um agente da PIDE numa manifestação: o Museu do Aljube não dá a data.
  • Clube Estefânia — assembleia de voto de São Jorge de Arroios (1911)
    • Se o n.º 62 de hoje da Rua de Dona Estefânia é o prédio de 1911 (a numeração e o edifício podem ter mudado), e o que lá está agora.
    • O texto da placa à entrada da sede atual do clube.
    • Em quem votou: num blogue (Em Defesa do Benfica, 2014) lê-se que votou em Afonso Costa, Bernardino Machado e Magalhães Lima, candidatos do Partido Republicano; falta confirmá-lo na imprensa de 1911.
    • A frase «Se a lei não nos abre a porta, também não nos põe na rua», que a Mensagem de Lisboa atribui a Carolina, não traz fonte da época.
  • Última sede do CNMP, fechada pela polícia em 1947
    • Quem mandou fechar a sede: «forças policiais» (CIG), a Polícia Judiciária (Virgínia Baptista) ou o Governo de Salazar (Teresa Joaquim). A ordem de encerramento não foi encontrada.
    • O número da sede: as fontes dão só a rua, que a FCSH+Lisboa escreve «Travessa das Fábricas das Sedas»; o ponto no mapa marca o meio da travessa.
  • Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas
    • O dia da fundação: a Wikipédia indica 30 de maio de 1914; as outras fontes consultadas dizem só 1914.
    • O andar: 1.º (NOVA FCSH; Wikipédia) ou 2.º (Toponímia de Lisboa, para o consultório; brochura do I Congresso Feminista e de Educação, de 1924, para a correspondência do Conselho). Segundo a NOVA FCSH, entre 1920 e 1946 ficavam no 2.º andar do mesmo prédio a Liga Portuguesa Abolicionista e as Ligas de Bondade.
    • O que ocupa hoje o n.º 13 da Praça dos Restauradores, e se o prédio é o mesmo (a paragem fica na praça).
    • O parentesco de Maria Brazão com Adelaide Cabete: sobrinha, segundo a Toponímia de Lisboa; irmã, segundo a NOVA FCSH e a Wikipédia.
    • As teses de Ilda Pinto de Lima, Regina do Carmo, Julieta Ribeiro de Carvalho e Maria Isabel Correia Manso só foram lidas na Wikipédia; a brochura de 1924 atribui «Bibliotecas infantis» e «Escolas ao ar livre», que a Wikipédia dá às duas primeiras, ao Instituto Feminino de Educação e Trabalho.
  • Coliseu dos Recreios
    • A data: 29 de março de 1974 (Wikipédia, que cita Madeira, 2015; fotografias datadas da Casa Comum) ou 28 de março (cronologia da Associação 25 de Abril).
    • O número de canções proibidas (trinta), a multidão na rua e a presença de capitães do MFA na plateia só foram lidos na Wikipédia.
  • Consultório de Carolina Beatriz Ângelo (Rua Nova do Almada, 84)
    • Se o n.º 84 de hoje é o mesmo prédio do n.º 84 de 1909.
    • Durante quanto tempo funcionou aqui o consultório: só há a referência do anúncio de 1909.
    • Em que tribunal correu o recurso de Carolina para ser recenseada: um blogue (Em Defesa do Benfica, 2014) diz que foi no Tribunal da Boa-Hora, a poucos passos daqui, na 1.ª Vara Cível de Lisboa.
  • Sede da associação de classe das Costureiras e Ajuntadeiras (Rua do Benformoso)
    • O número de polícia da sede do sindicato na Rua do Benformoso.
    • O dia da greve (no verão de 1915, depois de 8 de agosto) e a morada da fábrica, na colina de Santana.
    • Tudo o que aqui se conta vem de um só artigo, de Luís Carvalho, no jornal A Voz do Operário (2019), que resume as edições de 1915 do mesmo jornal.
    • O artigo diz que se demitiram doze operárias em solidariedade, mas a lista de nomes que publica tem onze.
  • Palácio da Cova da Moura
    • Se a Junta de Salvação Nacional tinha aqui a sua sede: as fontes dizem só que o coronel Dias de Lima veio aqui consultá-la e que Spínola recebia aqui.
    • O uso atual do palácio.
  • Doca de Alcântara (ataque ao cargueiro «Cunene»)
    • Onde estava o «Cunene» quando as cargas foram postas e quando explodiram: o comunicado diz que ficou imobilizado na doca de Alcântara; a Wikipédia descreve a colocação das cargas no rio, junto ao «Vera Cruz».
    • Os pormenores da operação (a hora de partida, os nomes, a saída do Poço do Bispo) só foram lidos na Wikipédia.
  • Emissora Nacional (Rua do Quelhas)
    • A hora da ocupação: 3h15 (página «Lugares de Abril»; cronologia de Jofre Alves) ou 3h50 (cronologia «Movimentações do dia 25 de Abril», da mesma Associação 25 de Abril).
    • Quantos militares ocuparam a emissora: cerca de cem, segundo a página «Lugares de Abril», ou 47, segundo a cronologia da mesma Associação 25 de Abril.
    • O que funciona hoje no n.º 2 da Rua do Quelhas: as coordenadas marcam a rua, não o edifício.
  • Emissores Associados de Lisboa (estúdio da Avenida Elias Garcia)
    • Que uso tem hoje o 7.º andar e em que ponto do prédio está a placa dos «Lugares de Abril».
    • Qual das estações dos Emissores Associados de Lisboa emitia deste estúdio.
    • A grafia do apelido do locutor: «Dinis» nas páginas da Associação 25 de Abril e da Comissão Comemorativa, «Diniz» noutras fontes.
  • Estádio da FNAT (rebatizado Estádio 1.º de Maio)
    • O número de pessoas na manifestação de Lisboa: cerca de 500 mil, segundo o CD25A, que não indica de onde vem a estimativa.
    • Quem gere hoje o estádio (a Fundação INATEL, herdeira da FNAT?).
  • Edifício Franjinhas — o restaurante dos cravos
    • O número de porta (o OpenStreetMap e uma publicação da Câmara apontam a Rua Braamcamp, 9) e a loja exata do restaurante.
    • A data de abertura do Sir (25/4/1973) e o pormenor do cálice de Porto vêm da imprensa, não de fonte institucional.
    • A autoria do edifício e o Prémio Valmor de 1971 só foram lidos na Wikipédia.
    • Se há marca evocativa de Celeste Caeiro no edifício.
  • Governo Civil de Lisboa e 1.ª Esquadra da PSP
    • O número de polícia do edifício na Rua Capelo e o que lá funciona hoje.
    • Em que anos esteve aqui o Governo Civil: a Toponímia de Lisboa diz só que a Rua Capelo foi a sua morada «durante muitos anos».
    • Se em dezembro de 1972, quando para lá foram levados os catorze detidos da vigília da Capela do Rato, o Governo Civil ainda estava neste edifício: as fontes da vigília dizem só «Governo Civil».
  • Hospital de São José
    • Onde Carolina Beatriz Ângelo operou com Sabino Coelho: a Toponímia de Lisboa liga a orientação dele às operações em São José; a FCSH+Lisboa diz que foi interna no Hospital D. Estefânia, «ao lado do médico Sabino Coelho, onde o auxiliou e realizou operações».
    • O ano em que Carolina Beatriz Ângelo operou pela primeira vez em São José.
    • Quando Sofia Quintino dirigiu a secção do lúpus: só a Wikipédia o diz, sem data.
  • Igreja de São Domingos
    • O início da vigília: noite de 31/12/1968 (Comissão Comemorativa) ou 1/1/1969 (António de Araújo). A RTP Ensina fala de católicos que «ocuparam pela primeira vez uma capela» a 1/1/1969 — pode ser outra ação.
    • Quem musicou a «Cantata da Paz»: Francisco Fernandes, segundo a Comissão Comemorativa dos 50 Anos do 25 de Abril; Rui Paz, a partir de um espiritual negro norte-americano, segundo Francisco Fanhais e a tese de Eloísa Aragão (Francisco Fernandes musicou outro poema de Sophia, «Porque», que Fanhais gravou em 1970).
  • ISCEF, no Quelhas
    • O nome do suposto informador: «Fernando Lopes Manuel» (biografia do Museu do Aljube) ou «Vítor Manuel Lopes» (texto do Museu do Aljube de 2020).
    • Onde Ribeiro Santos foi atingido: «nas costas» (Memória Comum; Comissão Comemorativa) ou «com dois tiros no peito» (Toponímia de Lisboa).
    • A data da morte: 12/10/1972 em quase todas as fontes; uma lista do Memória Comum indica 13/10/1972.
    • O ponto exato do anfiteatro no campus atual, e se há placa evocativa no ISEG.
  • Instituto Superior Técnico
    • O dia do plenário que suspendeu o luto académico de 1962: 15 de junho (Comissão Comemorativa) ou 14 de junho (Wikipédia).
    • Quando, e por quanto tempo, o IST esteve fechado em 1972.
  • Sede do jornal República (Rua da Misericórdia)
    • O que é hoje o prédio do n.º 116, e se há nele alguma placa.
    • Desde quando o República esteve na Rua da Misericórdia — e, por isso, se as colaborações de Maria Veleda (1950) e de Helena Neves foram já feitas nesta casa.
  • Quartel de Lanceiros 2 / Regimento de Polícia Militar (Calçada da Ajuda)
    • Se o Regimento de Polícia Militar ocupava em 1975 o mesmo quartel de Lanceiros 2 (as fontes usam as duas designações), e o ponto exato na Calçada da Ajuda.
    • Os nomes dos três mortos de 25 de novembro de 1975.
    • A grafia do nome do major: «Campos Andrada» (Associação 25 de Abril, Jofre Alves) ou «Campos Andrade» (Comissão Comemorativa).
    • A hora a que o posto de comando do regime passou a funcionar aqui: a Associação 25 de Abril já o situa em Lanceiros 2 às 6h45; Jofre Alves dá a chegada dos ministros às 9h40.
  • Largo do Caldas / Rua da Madalena
    • Ponto exato onde Estêvão Giro caiu (Rua da Madalena ou Largo do Caldas).
    • Idade: o Museu do Aljube diz que tinha 25 anos, mas indica 1937 como ano de nascimento (o que daria 24 ou 25 anos, consoante a data).
    • Data e enquadramento da mudança de nome para Largo Adelino Amaro da Costa (lida apenas no OpenStreetMap).
    • O nome oficial do largo hoje: Largo Adelino Amaro da Costa, segundo o OpenStreetMap.
  • Largo do Carmo e Quartel do Carmo
    • Hora de chegada de Caetano ao Carmo: 05h30 (Jofre Alves) ou 06h00 (Associação 25 de Abril).
    • Chegada de Spínola: 17h45 (Comissão Comemorativa, CD25A) ou 18h00 (Associação 25 de Abril); a entrega do poder é situada «pelas 18h30» na página Lugares de Abril.
    • Saída da «Bula»: 19h30 (CD25A) ou 19h35 (Associação 25 de Abril).
    • O pormenor sobre Maria de Lurdes Rocha só consta da cronologia de Jofre Alves.
    • Horário corrente do Museu da GNR e existência de placas evocativas no largo (não confirmados).
    • Código postal e número de polícia do quartel.
    • Marcas de memória do 25 de Abril no largo (placas, calçada) não verificadas nesta investigação, centrada na repressão.
    • Relação entre o quartel e o antigo Convento do Carmo: a Wikidata devolve o item «Convento do Carmo» (Q1470414) para «Quartel do Carmo»; não aprofundei.
  • Largo do Rato (antiga Praça do Brasil)
    • Os fuzilamentos junto ao chafariz do Largo do Rato, a 9 de fevereiro de 1927, só foram lidos na Wikipédia; o Museu do Aljube fala de revoltosos fuzilados, sem dizer onde.
    • O número de mortos em Lisboa em fevereiro de 1927: a Wikipédia dá «mais de 70» no resumo e «pelo menos 90» no corpo do artigo.
    • Que unidades se revoltaram em 1931: o Museu do Aljube e a Wikipédia falam do Regimento de Caçadores n.º 7, mas o estudo da Secretaria-Geral do Ministério das Finanças põe o Batalhão de Caçadores 7, no Castelo de São Jorge, do lado do Governo, e dá como tomadas Metralhadoras 1 e Artilharia Ligeira 3.
    • Quantas pessoas foram levadas da Capela do Rato para a esquadra: 91 (António de Araújo, a partir da documentação policial) ou cerca de 60 (Wikipédia).
  • Comando da Legião Portuguesa
    • A hora: rendição cerca das 13h30 («Movimentações do dia 25 de Abril», Associação 25 de Abril) ou ocupação «pelas 14H00» (página «Lugares de Abril», da mesma associação).
    • O edifício exato do comando no Largo da Penha de França, e o que lá está hoje; o ponto no mapa é aproximado.
    • Desde quando o comando-geral da Legião esteve na Penha de França.
  • Liceu de Camões
    • Se a violência policial que João Paulo Guerra situa «após o comício de Humberto Delgado no Liceu Camões» foi a 18 de maio de 1958, ou se houve mais do que uma sessão da campanha no liceu.
  • Liceu Maria Amália Vaz de Carvalho (herdeiro do Liceu Maria Pia, o primeiro liceu feminino)
    • As moradas do liceu antes de 1933 (há referências, não confirmadas, ao Largo do Contador-Mor, em Alfama, e ao Palácio Valadares, no Largo do Carmo).
    • A sucessão de nomes: a biografia de Domitila de Carvalho na Wikipédia diz que o Liceu Maria Pia passou a Liceu de Almeida Garrett em 1917 e só depois a Maria Amália Vaz de Carvalho; a de Maria Guardiola trata o Almeida Garrett e o Maria Amália como liceus diferentes.
    • O dia da fundação (23 de fevereiro de 1906, segundo a Wikipédia) e as datas do reitorado de Domitila de Carvalho só foram lidos na Wikipédia.
    • A relação entre o decreto de 1885 (FCSH+Lisboa) e o decreto régio de 1906 que instituiu o liceu.
  • Sede da Liga Republicana das Mulheres Portuguesas (Rua dos Castelinhos, 6)
    • Durante quanto tempo a Liga teve sede no n.º 6, e onde ficavam as outras «sedes» que os Roteiros Feministas situam entre o Jardim Constantino e o Martim Moniz.
    • O dia da constituição legal da Liga, em fevereiro de 1909.
    • O ano da fundação da Associação de Propaganda Feminista: 12 de maio de 1911 (Assembleia da República) ou 1912 (Toponímia de Lisboa). Ficou a data da Assembleia da República.
    • O que funciona hoje no n.º 6 e se há no prédio alguma marca da Liga.
    • O ponto no mapa marca a rua, não o n.º 6, que não está identificado no OpenStreetMap.
  • «Mitra» – Asilo da Mitra e 3.º Posto da 14.ª Esquadra da PSP
    • Onde ficava exatamente o posto policial da «Mitra», e se funcionava no recinto do asilo: o ponto no mapa é o do palácio.
    • Se o «Albergue da Mitra», do Museu do Aljube, e o «Asilo da Mitra», da Toponímia de Lisboa, são a mesma instituição.
    • Numa lista de esquadras de Lisboa de 1922, publicada pelo Memória Comum, a 14.ª Esquadra fica no Beato, com postos em Chelas e nos Olivais, e não há posto na Mitra.
    • O número de polícia do palácio na Rua do Açúcar: 64 (Toponímia de Lisboa) ou 56 (OpenStreetMap).
  • O Século — a redação de «Modas e Bordados»
    • O ano em que Maria Lamas começou em «Modas e Bordados»: 1928 (Virgínia Baptista; Wikipédia), 1929 (MDM, para a entrada n'O Século) ou 1930 (CIG).
    • Se as redações de «Modas e Bordados» e de «O Século Ilustrado» funcionavam neste edifício (as fontes situam aqui o jornal).
    • A duração da exposição de 1930 (um ou dois meses) e as salas usadas.
    • O número de porta: a Wikipédia dá 41-59 para o edifício do jornal; a morada oficial de hoje é o n.º 63.
  • Cooperativa «A Padaria do Povo»
    • A data e quem esteve na assembleia fundadora do MDM: o próprio MDM dá 1968 e a Padaria do Povo; outras fontes ligam a origem às comissões eleitorais de mulheres de 1969; as fontes sobre a cooperativa não falam do MDM.
    • A página do MDM nomeia Manuela Porto (morta em 1950) e Maria Isabel Aboim Inglez (morta em 1963) entre as mulheres da Associação Feminina Portuguesa para a Paz que «vieram a fundar o MDM», o que não é possível para a fundação de 1968.
    • A saída dos carbonários na madrugada de 4 de outubro de 1910 só consta do testemunho de José Zaluar à Mensagem de Lisboa.
  • Palácio Foz – Secretariado de Propaganda Nacional / Secretariado Nacional de Informação (SPN/SNI)
    • Localização exata do café Palladium em 1964 (o Memória Comum diz «junto ao elevador da Glória»).
    • O caderno da JJ mostra também o Palácio Ludovice (Rua de São Pedro de Alcântara, 45) como edifício onde «funcionou o SPN»; não confirmei em que anos.
    • Horários de visita: não verificados.
    • O Museu Nacional do Desporto no Palácio Foz: segundo o OpenStreetMap.
  • Palácio da Independência – sede da Mocidade Portuguesa
    • A história do palácio no século XX vem da Wikipédia, que cita o Diário da República e o inventário do património arquitetónico (SIPA); falta confirmá-la nessas fontes.
    • Desde quando a Mocidade Portuguesa teve aqui a sede: o decreto de 30 de maio de 1939 previa-a, mas um decreto de 5 de junho do mesmo ano mandou entregar o palácio ao Estado «sem outro fim».
    • Se a Mocidade Portuguesa Feminina também teve instalações no palácio.
  • Paço de São Cristóvão / Palácio Vagos — Associação de Socorros Mútuos de Empregados no Comércio de Lisboa
    • Se o salão nobre onde decorreu o congresso era o deste palácio: as fontes só nomeiam a associação, dona do edifício desde 1913.
    • O dia de abertura: 4 de maio (FCSH+Lisboa, Wikipédia) ou 5 de maio (seminário da NOVA FCSH de 2024). A brochura de divulgação anunciava o congresso para março.
    • A presença do Presidente Manuel Teixeira Gomes na sessão inaugural (só a Wikipédia).
  • Igreja de Santa Engrácia – Panteão Nacional
    • Onde esteve sepultado Humberto Delgado em Lisboa, entre 1975 e 1990.
    • O paradeiro dos restos mortais de Arajaryr Campos.
    • O lugar do crime: perto de Badajoz, com os corpos encontrados em Villanueva del Fresno (Museu do Aljube), ou perto de Olivença (Panteão Nacional).
  • Parque Eduardo VII
    • O ponto exato do parque, tanto da manifestação de 1975 como da entrega das instruções em 1974; a coordenada é o centro do parque.
    • O número de homens que desfizeram a manifestação (cerca de dois mil é a estimativa da reportagem).
  • Fortaleza de Peniche — a cadeia política
    • Quem eram as seis mulheres de presos detidas em dezembro de 1963, no protesto junto às muralhas.
  • Penitenciária de Lisboa
    • A data de inauguração da Penitenciária, no fim do século XIX.
    • O dia da morte de Militão Ribeiro: 2 de janeiro de 1950 (Museu do Aljube, Memória Comum) ou 3 de janeiro (Wikidata). Ficou o 2 de janeiro.
    • Se a prisão fechou de facto em 2026, como previa a notícia citada pela Wikipédia.
  • Posto de Comando do MFA – Regimento de Engenharia n.º 1 (Quartel da Pontinha)
    • A patente de Sanches Osório: major (Associação 25 de Abril) ou capitão-tenente (Comissão Comemorativa dos 50 Anos do 25 de Abril).
    • A hora a que Caetano chegou: a Associação 25 de Abril regista Spínola aqui, com os membros do Governo presos, às 20h30; a cronologia de Jofre Alves põe a chaimite «Bula» aqui às 21h00; a Comissão Comemorativa diz que, levantado o cerco às 19h30, a coluna levou hora e meia a fazer cerca de 11 km.
    • O diploma que classificou o edifício: a Câmara de Odivelas chama-lhe «Decreto-Lei n.º 21/2015, de 23 de outubro»; no Diário da República tem o título de Decreto n.º 21/2015.
    • O concelho: a morada é na Pontinha (Odivelas), mas o OpenStreetMap põe o ponto no limite com Carnide (Lisboa).
    • Se já foi posta no quartel a placa dos «Lugares de Abril» da Câmara de Lisboa e da Associação 25 de Abril: em março de 2024 esperava pelo fim das obras.
  • Rádio Clube Português (estúdios da Rua Sampaio e Pina)
    • A hora da ocupação: 3h12 (cronologia de Jofre Alves), 3h20 ou 3h32 (Associação 25 de Abril, nas suas duas páginas) ou 3h30 (Comissão Comemorativa dos 50 Anos do 25 de Abril).
    • A hora do primeiro comunicado: 4h26 (Associação 25 de Abril, Comissão Comemorativa, Jofre Alves) ou 4h20 (Museu do Aljube).
    • Quem comandava o grupo de oficiais que ocupou a emissora: o major Costa Neves (Associação 25 de Abril) ou o capitão Mendonça de Carvalho (Jofre Alves).
    • O que funciona hoje no n.º 24 da Rua Sampaio e Pina, e onde fica ao certo a placa dos «Lugares de Abril».
  • Rádio Renascença (estúdios da Rua Capelo)
    • Confirmar se o prédio atual (hotel The Ivens, segundo o OpenStreetMap) corresponde ao edifício dos estúdios de 1974 e se existe placa evocativa.
    • A Associação 25 de Abril grafa o disco como «Cantigas de Maio»; o título publicado é «Cantigas do Maio» (1971) — confirmar.
    • Os estúdios ocupados em 1975 («estúdios de Lisboa», segundo a Comissão Comemorativa) eram os da Rua Capelo? Não confirmado.
    • O uso atual do prédio: um hotel (The Ivens), segundo o OpenStreetMap; não confirmado no local.
  • Quartel do Regimento de Artilharia Ligeira n.º 1 (RAL 1, depois RALIS)
    • O ponto no mapa é aproximado (bairro da Encarnação): falta localizar o antigo quartel e saber o que lá está hoje.
    • O número de feridos a 11 de março de 1975: 14 (Comissão Comemorativa) ou 15 (RTP).
    • A hora do cessar-fogo: 13h00 segundo Ricardo Noronha (Ler História); a RTP dá o acordo entre os comandantes pelas 14h30.
    • Quem foi o civil que, segundo a RTP Ensina, morreu no dia seguinte ao ataque.
  • Redação do jornal «A Capital» (Rua do Norte, 3)
    • O ponto no mapa é aproximado: o n.º 3 da Rua do Norte não está identificado, e o ponto fica na Praça de Luís de Camões, junto à esquina.
    • Até quando a redação de «A Capital» esteve neste prédio.
    • O número da casa onde Virgínia Quaresma morou na Rua do Norte, e em que anos.
  • Reitoria da Universidade de Lisboa
    • O dia em que Marcelo Caetano falou aos estudantes da varanda da Reitoria.
    • Se alguma estudante falou nos plenários diante da Reitoria: as fontes consultadas só documentam a intervenção de Isabel do Carmo no Estádio Universitário.
  • Rossio (Praça de D. Pedro IV)
    • O dia das cargas da GNR depois da chegada de Humberto Delgado a Santa Apolónia: 16 de maio de 1958 (o dia em que, em 2008, se descerrou a lápide da estação) ou 15 de maio («no dia seguinte» ao comício do Porto, segundo o Museu do Aljube).
    • O dia da ação dos porcos das Brigadas Revolucionárias: o Museu do Aljube diz só que foi «dias depois» da reeleição de Américo Tomás, a 25 de julho de 1972.
    • Se Celeste Caeiro também deu cravos no Rossio ou se a Associação 25 de Abril fala de outras pessoas que repetiram o gesto dela: Celeste contou que deu o cravo ao soldado que lhe pediu um cigarro na Rua do Carmo, a caminho do Largo do Carmo.
  • Estúdios da RTP no Lumiar
    • A hora da ocupação: 3h59 (Associação 25 de Abril, Comissão Comemorativa dos 50 Anos do 25 de Abril) ou 3h00 (cronologia de Jofre Alves).
    • O bloqueio do emissor de Monsanto e a declaração lida por Fialho Gouveia às 18h40 só constam da cronologia de Jofre Alves.
    • O que há hoje no n.º 44 da Alameda das Linhas de Torres: as coordenadas marcam o troço da alameda, não o edifício.
  • Rua Angelina Vidal
    • Se as placas da rua trazem a legenda de 1924, «Ilustre Conferencista e Propagandista da Emancipação Social».
  • Rua do Arsenal e Avenida da Ribeira das Naus
    • O posto de Fernando Sottomayor: aspirante (Associação 25 de Abril, Comissão Comemorativa dos 50 Anos do 25 de Abril) ou alferes miliciano (cronologia de Jofre Alves).
    • As horas: a Associação 25 de Abril situa os confrontos entre as 6h30 ou 7h00 e as 10h30, e a agressão ao tenente Assunção às 10h45, como Jofre Alves; a Comissão Comemorativa põe o confronto da Rua do Arsenal às 10h30.
    • Se o brigadeiro disparou dois tiros para o ar antes de recuar para a Rua do Arsenal: só a cronologia de Jofre Alves o diz.
  • Rua do Carmo — os cravos de Celeste Caeiro
    • O ponto exato do gesto de Celeste Caeiro: «o início da Rua do Carmo» (Diário de Notícias), a esquina com a Rua Garrett (A Mensagem de Lisboa), «diante da Tabacaria Caravela» (Diário de Notícias) ou o Rossio (Wikipédia em inglês). A coordenada é a da rua.
    • Se Celeste ia para casa (morava no Chiado) ou para o Rossio de metro: os relatos publicados divergem.
    • A hora do encontro: as fontes só dizem que foi de manhã ou perto do meio-dia.
    • Se existe alguma placa ou marca de Celeste Caeiro na rua.
  • Rua da Creche (local do assassinato de José Dias Coelho)
    • O ponto no mapa marca a rua, não o n.º 30, que não está identificado no OpenStreetMap.
    • A hora do crime: «ao princípio da noite» (A Voz do Operário) ou «em pleno dia» (Toponímia de Lisboa).
    • Quantos agentes: três, nomeados pelo Memória Comum, ou cinco, saídos de uma viatura, segundo A Voz do Operário.
    • Onde e em que suporte está inscrita a frase de Dias Coelho no lugar do crime, e desde quando.
  • Ruas das feministas republicanas na Quinta dos Condes de Carnide
    • O texto atual das placas da Rua Adelaide Cabete e da Rua Ana de Castro Osório (se a de Adelaide Cabete repete o erro «1877»).
  • Ruas das pioneiras no Bairro de Caselas
    • As legendas das placas das outras ruas (só a da Rua Aurora de Castro está documentada).
    • Quantos nomes de mulheres deu o edital de 1988: a Toponímia de Lisboa diz que, além de Carolina Ângelo, cinco dos onze restantes topónimos são de mulheres, mas a lista que publica tem seis (Leonor Pimentel, Alice Pestana, Virgínia Quaresma, Aurora de Castro, Olga Morais Sarmento e Sara Afonso).
  • Estação de Santa Apolónia
    • O dia da chegada de Delgado: 16 de maio de 1958 (Jornal de Notícias, 2008; a lápide) ou 15 de maio («no dia seguinte» ao comício do Porto, segundo o Museu do Aljube).
    • O dia da chegada de Soares: 28 de abril de 1974 (a maioria das fotografias da Casa Comum) ou 27 de abril (outra fotografia; um blogue).
    • O texto exato da lápide de 2008.
  • Sé Patriarcal de Lisboa
    • Que cargo tinha o padre João Perestrelo de Vasconcelos: Irene Pimentel chama-lhe «pároco» da Sé, mas a nota biográfica publicada com o mesmo texto diz que era capelão do Arsenal do Alfeite, e a PIDE foi prendê-lo à sacristia da igreja da Cova da Piedade.
    • Se o encontro de 11 de março foi nos claustros ou noutra dependência da Sé: Irene Pimentel fala dos claustros e, logo a seguir, da ordem para sair «dessa igreja».
    • O horário de visita: a página «Horários» da Sé e o rodapé do mesmo sítio dão horários diferentes para os meses de verão.
  • Sede dos Serviços de Censura / Exame Prévio (1969-1974)
    • Coordenadas aproximadas (troço da rua); o n.º 125 não está geocodificado no OpenStreetMap.
    • O FCSH+Lisboa situa a direção-geral da censura na Rua de São Pedro de Alcântara (sem datas); coincide com as sedes de 1961-1969 indicadas por Cardoso Gomes.
    • Sequência de 25-26 de abril: um texto da JJ diz que os censores fugiram da Rua da Misericórdia uma ou duas horas depois de o República sair, a 25; Cardoso Gomes fala de assalto popular na manhã de 26. Ambas as versões podem ser compatíveis.
    • Uso atual do edifício e existência de placa: não verificados.
    • Data da apreensão de «Minha Senhora de Mim» (o Museu do Aljube refere a apreensão pela PIDE, sem data).
    • O uso atual do edifício.
  • Sede da PVDE / PIDE / DGS
    • A hora dos disparos de 25 de abril: «por volta das 20h15» (Associação 25 de Abril), «perto das 20h30» (Museu do Aljube), 21h00 (cronologia da Comissão Portuguesa de História Militar); a placa de 1980 diz «na tarde». A rendição de 26 de abril: cerca das 9h00 ou das 9h30.
    • Coordenadas: o n.º 22 não está geocodificado no OpenStreetMap; usei o ponto do troço da rua devolvido pelo Nominatim.
    • Nome comercial atual do condomínio: a Esquerda.net (2009) refere o «site do Paço do Duque»; não confirmei se a designação se mantém em 2026.
    • A cronologia da CPHM regista ainda que um elemento da DGS capturado na rua foi abatido a tiro quando tentava fugir; não encontrei confirmação noutra fonte.
    • Raul Alves: a Comissão 50 Anos dá a morte a 1/8/1957; o Memória Comum dá 31/7/1958, com o contexto da greve da Companhia Industrial Portuguesa a seguir às eleições de 8/6/1958. Escolhi 1958 pela coerência do contexto.
    • António Lopes Almeida (1949): a Comissão 50 Anos situa a morte numa sala do 3.º piso da sede; o Memória Comum diz que morreu na Cadeia do Aljube, a 21/1/1949.
    • Texto exato da placa municipal de 2010 e confirmação da colocação da placa com código QR anunciada para 3/4/2024.
    • Grafia nas placas: «Gesteira» e «José Guilherme R. Arruda» (placa de 1980) vs. «Giesteira» e «João Guilherme Rego Arruda» (Museu do Aljube).
    • Data em que a PIDE passou a chamar-se DGS (1969) não foi confirmada numa fonte consultada.
    • Piso dos interrogatórios: «terceiro piso» (Comissão 50 Anos; Memória Comum) vs. «quarto andar» no relato de Maria José Morgado ao JN (2005) — talvez diferença de contagem de pisos.
    • Disparos anteriores: Jofre Alves (CD25A) refere rajadas às 13h30 com cinco feridos e um morto às 16h15 — não confirmado noutras fontes.
    • Número de porta: 22 (Associação 25 de Abril, Time Out) ou 20 (Observador).
    • Texto exato e localização atual das placas de 1980 e de 2010.
    • Confirmar no local se a lápide continua no mesmo sítio.
    • Nomes dos interrogadores de Conceição Matos: só na Wikipédia.
    • As cinco «Mulheres do Couço», presas em abril de 1962, terão sido interrogadas e torturadas nesta sede — só a Wikipédia o diz, entre as fontes consultadas.
  • Sociedade Nacional de Belas-Artes
    • O ano da exposição: janeiro de 1947 (Virgínia Baptista, Teresa Joaquim, catálogo citado pela Wikipédia) ou 1946 (uma página do Museu do Aljube).
    • A ligação das Exposições Gerais de Artes Plásticas ao MUD só foi lida na Wikipédia.
    • As salas usadas e a data da palestra de Manuela Porto.
    • Se há alguma marca da exposição no edifício.
  • Sociedade Portuguesa de Escritores (sede)
    • O ponto no mapa é aproximado: está na Rua da Escola Politécnica, não à porta do n.º 20.
    • O que noticiou o Jornal do Fundão: a RTP diz que foi o único jornal a dar a notícia e que por isso foi suspenso seis meses; mas o memorial da APE cita o relato do assalto no Diário de Notícias de 22 de maio de 1965.
    • Quem fez o assalto: «bandos de desconhecidos, apoiados por elementos da PIDE» (memorial da APE, 1983) ou «um grupo de agentes da PIDE e de legionários» (RTP).
  • Campo de Concentração do Tarrafal (Cabo Verde)
    • Quantos presos vieram na primeira leva: 157 (Comissão Comemorativa) ou 152 (Museu do Aljube).
    • Quando reabriu o campo: a 14 de abril de 1961, segundo o Museu do Aljube; a Comissão Comemorativa só dá a chegada dos primeiros presos, a 25 de fevereiro de 1962.
    • Quantos presos morreram no Tarrafal na primeira fase: a Comissão Comemorativa fala de 32 mortos até 1949.
    • A temperatura dentro da «frigideira»: 50 graus (Comissão Comemorativa); perto dos 45, no testemunho de Edmundo Pedro (Memória Comum).
  • Terreiro do Paço (Praça do Comércio)
    • A hora da ocupação: 05h50 (Jofre Alves, CD25A), 06h00 (Associação 25 de Abril, «Movimentações», e Comissão Comemorativa) ou 06h10 (a mensagem ao Posto de Comando, nos «Lugares de Abril»).
    • Quem impediu a fragata de disparar: a Associação 25 de Abril atribui-o ao imediato, o primeiro-tenente Fernando Caldeira dos Santos; Jofre Alves chama-lhe Fernando Ferreira dos Santos; a Comissão Comemorativa fala da tripulação, que estava «com o Movimento».
    • Em que ponto da praça está a placa dos «Lugares de Abril».
  • A Voz do Operário
    • As duas fotografias da Casa Comum dão datas diferentes (28/1 e 10/2/1949) para o «comício de Lisboa (Voz do Operário)»: falta saber se houve dois comícios ou se uma das datas é da catalogação.
    • Se o comício de 10/2/1949 foi já depois da decisão de desistir da candidatura.

Pessoas

  • Adelaide Cabete
    • A data do I Congresso Feminista e de Educação: 4 a 9 de maio de 1924 (FCSH+Lisboa, Wikipédia sobre o Conselho); a Toponímia de Lisboa diz 1925 e a Wikipédia sobre Adelaide Cabete diz 1921.
    • Com quem partilhava o consultório dos Restauradores, e em que andar: com a sobrinha, a dentista Maria Brazão, no 2.º andar (Toponímia de Lisboa), ou com a irmã, Maria Brazão, e o sobrinho Arnaldo Brazão, no 1.º andar (FCSH+Lisboa).
    • O ano da fundação da Liga Republicana das Mulheres Portuguesas: 1909 (Toponímia de Lisboa) ou 1908 (Wikipédia).
    • Se dirigiu a revista «Alma Feminina»: a Toponímia de Lisboa e a Wikipédia dizem que a fundou e dirigiu entre 1920 e 1929; a Biblioteca Nacional dá como diretora, desde 1917, Maria Clara Correia Alves.
  • Agostinho Neto
    • As datas das prisões em Lisboa (1950, 1951 e 1955), a da libertação (julho de 1957) e a passagem pelo Aljube em 1962 vêm só da Wikipédia; o Museu do Aljube diz apenas que foi preso várias vezes e libertado em 1962.
  • Aida Magro
    • O dia da prisão: 27 de maio de 1957, segundo a Wikipédia; a CIG dá só o ano.
    • Quando saiu da prisão: seis anos depois de presa, por causa das medidas de segurança, segundo a Wikipédia; a CIG não dá a data.
    • O ano do Manifesto de Caxias, 1961, só aparece na Wikipédia.
  • Albina Fernandes
    • Onde morreu e onde se fez o funeral, que se tornou uma manifestação de protesto: as fontes dizem apenas Lisboa.
  • Alda do Espírito Santo
    • Se foi fundadora do Centro de Estudos Africanos, como diz a Wikipédia: António Tomás Medeiros conta que o Centro era dirigido por Mário Pinto de Andrade, Amílcar Cabral, Francisco José Tenreiro e António Domingues, e que se instalou na casa onde ela vivia por intermédio de Mário de Andrade.
    • A idade com que morreu: 82 anos, segundo o Memória Comum; as datas da Wikipédia (30 de abril de 1926 e 9 de março de 2010) dão 83.
  • Alfredo Assunção
    • As datas de nascimento e de morte de Alfredo Correia Assunção.
  • Alice Pestana
    • O ano em que a Sociedade Altruísta deu lugar à Liga Portuguesa da Paz: 1889 (Toponímia de Lisboa) ou 1899 (Wikipédia).
    • Se foi cofundadora da Sociedade Altruísta (Toponímia de Lisboa) ou se entrou para ela depois de criada por José Pessanha (Wikipédia).
    • Se a Liga Portuguesa da Paz foi a primeira organização feminista portuguesa, como diz a Wikipédia; a Toponímia de Lisboa não o afirma.
    • Os lugares de Lisboa ligados à sua vida e ao seu trabalho: as fontes não dão moradas.
  • Álvaro Cunhal
    • A hora e o voo da chegada a Lisboa: há relatos de um voo da Air France às 13h50, que as fontes aqui citadas não confirmam.
    • O dia e o lugar do nascimento (Coimbra, 10 de novembro de 1913) e da morte (Lisboa, 13 de junho de 2005) vêm só do Wikidata.
  • Amílcar Cabral
    • O ano da fundação do PAIGC: 1959, segundo o Museu do Aljube e o texto da Wikipédia; a caixa de informação da mesma Wikipédia indica 1956.
    • O ano do regresso a Bissau, 1952, vem só da Wikipédia.
  • Ana de Castro Osório
    • O lugar da morte: Lisboa, em sua casa, na freguesia da Sé (Wikipédia, que cita o registo de óbito), ou Setúbal (Toponímia de Lisboa).
    • O ano da fundação da Associação de Propaganda Feminista: 1911, segundo a Assembleia da República (12 de maio) e a Wikipédia, ou 1912, segundo a Toponímia de Lisboa.
    • A Comissão Feminina «Pela Pátria»: de 1914 (Wikipédia) ou de 1916 (Toponímia de Lisboa). E a Cruzada das Mulheres Portuguesas: nasceu dela (Toponímia de Lisboa) ou foi fundada por Elzira Dantas Machado, que remodelou a comissão (Wikipédia).
    • O título do manifesto de 1905: «As Mulheres Portuguesas» (Toponímia de Lisboa) ou «Às Mulheres Portuguesas» (Wikipédia).
    • Quem fundou «A Sociedade Futura»: Ana de Castro Osório (Toponímia de Lisboa) ou Olga de Moraes Sarmento e o marido, Manuel João da Silveira (Wikipédia).
  • Angélica Viana Porto
    • Se dirigiu a comissão da Escola Maternal de 1907, como diz a Wikipédia, ou se apenas fez parte dela, como diz o blogue Silêncios e Memórias.
    • Os anos da vice-presidência do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas: 1928, segundo o blogue Silêncios e Memórias, a partir de uma fotografia da direção; 1929, 1931–1934 e 1936, segundo a Wikipédia, que acrescenta a presidência honorária em 1937.
  • Angelina Vidal
    • O nome completo: «Angelina Casimira do Carmo da Silva Vidal» (Toponímia de Lisboa) ou «Angelina Casimira da Silva Vidal» (Wikipédia).
    • O apelido do marido: «Campo Vidal» (Toponímia de Lisboa) ou «Campos Vidal» (Wikipédia, que dá o mesmo apelido aos filhos).
  • António de Spínola
    • A hora a que chegou ao Quartel do Carmo a 25 de abril: pelas 17h45 (Comissão Comemorativa dos 50 Anos) ou às 18h00 (Associação 25 de Abril).
    • As datas e os lugares do nascimento e da morte vêm só da Wikidata.
    • O nome completo, António Sebastião Ribeiro de Spínola, que nenhuma fonte desta página dá.
  • António Tereso
    • As datas de nascimento e de morte: a URAP publicou uma nota «Na morte de António Tereso» que não foi possível ler.
  • Arajaryr Campos
    • O lugar exato da emboscada: perto de Badajoz, segundo o Museu do Aljube; perto de Olivença, segundo o Panteão Nacional (ver Humberto Delgado).
    • Onde estão hoje os seus restos mortais: as fontes só dão a trasladação de Humberto Delgado, para Lisboa em 1975 e para o Panteão Nacional em 1990.
  • Aurora de Castro e Gouveia
    • Se foi a primeira notária portuguesa, como dizem a Toponímia de Lisboa e a Wikipédia, ou se o foi Regina Quintanilha, como diz o 24 Notícias (ver Regina Quintanilha).
    • As datas completas do nascimento e da morte: a Toponímia de Lisboa só dá os anos, 1891 e 1931.
    • A morada do cartório em Alcântara e a data em que foi nomeada notária.
    • Qual das duas teses de 1924 reclamava o voto: a fonte diz apenas «uma delas».
  • Aurora Rodrigues
    • Se seguiu a magistratura, como diz a descrição da Wikidata: nenhuma das fontes de texto o refere.
    • O ano de publicação de «Gente Comum – Uma História da PIDE».
  • Carlos Albino
    • As datas de nascimento e de morte e o nome completo de Carlos Albino.
  • Carolina Beatriz Ângelo
    • O ano do nascimento: 1878 (Dicionário de Médicos Portugueses, Isabel Lousada, FCSH, Wikipédia) ou 1877 (Toponímia de Lisboa).
    • O dia da morte: 3 de outubro de 1911 (Dicionário de Médicos Portugueses, FCSH, Wikipédia), 2 de outubro (Toponímia de Lisboa) ou 13 de outubro (Assembleia da República). A Wikipédia diz que morreu «pelas 2 horas da manhã», o que pode explicar a data de 2.
    • O ano em que entrou na Loja Humanidade: 1906 (FCSH, a partir de Isabel Lousada) ou 1907 (Toponímia de Lisboa).
    • O cargo na Liga Republicana das Mulheres Portuguesas: vice-presidente (Toponímia de Lisboa) ou vogal suplente da direção (Dicionário de Médicos Portugueses).
    • Em que tribunal foi julgado o recurso para o recenseamento; nenhuma das fontes diz onde.
    • Onde está sepultada: num jazigo do Cemitério dos Prazeres, segundo a Wikipédia; nenhuma outra fonte o confirma.
  • Cecília Supico Pinto
    • Os dias e os lugares do nascimento e da morte vêm só da Wikidata e da Wikipédia: 30 de maio de 1921, em Lisboa (freguesia dos Mártires), e 25 de maio de 2011 — em Cascais, segundo a Wikipédia.
    • Que o «Retrato de Mónica» se inspirou nela só o diz a Wikipédia, sem fonte citada.
    • A sede do Movimento Nacional Feminino em Lisboa: Rua Presidente Arriaga, 6, segundo a Wikipédia, sem outra fonte.
  • Celeste Caeiro
    • O dia do nascimento: 2 de maio de 1933 (Diário de Notícias, Wikipédia, Wikidata) ou 3 de maio (Observador).
    • O ponto exato da entrega do cravo (ver a Rua do Carmo).
    • A função no restaurante: «empregada de mesa e costureira» (A Mensagem de Lisboa); outros relatos dizem só que trabalhava no restaurante.
    • A condecoração póstuma pelo Presidente da República (8 de março de 2025), referida num título do Público que não foi possível ler.
  • Cesina Bermudes
    • O dia da morte: 5 de dezembro de 2001 (Wikipédia) ou 9 de dezembro (Wikidata).
    • O ano da licenciatura: 1932 (Toponímia de Lisboa) ou 1933 (CIG; a Wikipédia hesita entre os dois).
    • O pioneirismo do doutoramento: a CIG diz que foi a primeira portuguesa doutorada em obstetrícia; a Wikipédia, que foi a segunda mulher a doutorar-se na Faculdade de Medicina de Lisboa, depois de Domitila de Carvalho.
  • Clarisse Guerra
    • Quem era Clarisse Guerra: as datas de nascimento e de morte, o percurso profissional e se era locutora do Rádio Clube Português.
    • O que dizia ao certo o comunicado: o cerco ao Quartel do Carmo (Associação 25 de Abril, Comissão Comemorativa) ou o ultimato para a rendição de Marcelo Caetano (cronologia de Jofre Alves).
  • Conceição Matos
    • Quando partiram para Paris: em fevereiro de 1974 (Museu do Aljube, na biografia de Domingos Abrantes; Wikipédia) ou logo em 1973, depois da libertação dele (leitura possível do Memória Comum e da biografia dela no Museu do Aljube).
    • Quando acabou a segunda prisão: o Memória Comum fala de dois meses e alguns dias de isolamento em Caxias; a Wikipédia diz que só foi libertada em meados de 1969.
    • O dia e o mês do nascimento: as fontes dão só o ano, 1936.
  • Deolinda Lopes Vieira
    • O dia da morte: 6 de junho de 1993, segundo a Wikipédia; 8 de junho, segundo João Esteves (Silêncios e Memórias).
    • A morada exata da Escola-Oficina n.º 1, no Largo da Graça.
    • Se o salão nobre onde se reuniu o congresso de 1924 era o do Palácio Vagos, que pertence à associação desde 1913.
    • Se a Loja Humanidade que ajudou a fundar em 1923, no Direito Humano, é a mesma em que Maria Clara Correia Alves se iniciara antes, no Grande Oriente Lusitano: as biografias das duas na Wikipédia não o dizem.
  • Domingos Abrantes
    • Quando partiu para Paris: em fevereiro de 1974, segundo a biografia de Domingos Abrantes no Museu do Aljube, ou logo em 1973, segundo a de Conceição Matos na mesma página.
  • Domitila de Carvalho
    • Os anos em que foi reitora do Liceu D. Maria Pia: da fundação, em 1906, a novembro de 1912, segundo a Wikipédia; as outras fontes não dão datas.
    • Os anos das duas legislaturas: 1935–1942 (Faces de Eva) ou 1934–1938 e 1938–1941 (Wikipédia). Segue-se a Faces de Eva.
    • O retrato político — monárquica, conservadora, interlocutora entre Salazar e a antiga rainha D. Amélia — e a posição sobre o crucifixo nas escolas, em 1936, vêm só da Wikipédia.
  • Elina Guimarães
    • O nome completo: «Elina Júlia Pereira Guimarães da Palma Carlos» (Toponímia de Lisboa, Wikipédia) ou «Elina Júlia Chaves Pereira Guimarães» (CIG).
    • O ano do artigo contra Júlio Dantas na «Vida Académica»: 1922 (Toponímia de Lisboa) ou 1925 (Wikipédia).
    • Quando entrou para o Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas: aos 20 anos, por volta de 1924 (Toponímia de Lisboa), ou em 1925 (Silêncios e Memórias; a CIG dá 1925 como o ano em que aderiu ao movimento feminista).
  • Emídio Santana
    • O papel de Emídio Santana no atentado: a Wikipédia dá-o como um dos autores; o Museu do Aljube fala de um atentado «normalmente atribuído» a anarquistas como ele, em ligação com outros elementos da Frente Popular; o Memória Comum fala de um grupo heterogéneo — motoristas de táxi de Lisboa, dirigentes anarquistas, «com destaque para Emídio Santana», e alguns militantes do PCP a título individual.
    • Se chegou a cumprir a pena de degredo, e onde: a sentença de 1939 dava, em alternativa, 25 anos de degredo numa «possessão de 1.ª classe», e as fontes só dizem que passou pelas penitenciárias de Lisboa e de Coimbra e que foi libertado em 1953.
    • Boa parte da biografia vem da Wikipédia, que se apoia nas memórias do próprio Emídio Santana e no seu espólio no Arquivo Histórico-Social; o percurso prisional confirma-se no Memória Comum.
  • Estêvão Giro
    • O dia do nascimento: o Museu do Aljube dá só o ano, 1937.
    • O ponto exato onde caiu: na Rua da Madalena ou no Largo do Caldas.
  • Eurico de Figueiredo
    • O ano da rutura com o PCP: a Wikipédia diz 1967 e liga-a à invasão da Checoslováquia, que foi em agosto de 1968.
    • O dia e o lugar do nascimento, 24 de março de 1939, em Vila Real, vêm só da Wikidata; as outras fontes não os dão.
  • Fernanda Botelho
    • O dia de nascimento (1 de dezembro de 1926) e o da morte (11 de dezembro de 2007) vêm só da Wikipédia e da Wikidata.
    • Em que sessão do julgamento das «Novas Cartas Portuguesas» depôs: a Wikipédia nomeia-a entre as testemunhas de defesa, sem data.
  • Fernando Giesteira
    • A idade e a terra natal: 18 anos e natural de Salto, Montalegre, segundo o Museu do Aljube e o 7Margens, o que bate com a data de nascimento; 17 anos e natural de Vila Pouca de Aguiar, segundo o Esquerda.net (a Memória Comum também diz 17).
    • O nome do pai: Amândio Gomes Giesteira, segundo o Museu do Aljube; Armando Gomes Giesteira, segundo o 7Margens.
  • Fernando Reis
    • O local da morte: «ao que tudo indica» o Hospital Militar da Estrela, segundo o Museu do Aljube.
    • A naturalidade e a idade: Arranhó, Arruda dos Vinhos, e 23 anos, segundo o Museu do Aljube; Lisboa e 24 anos, segundo o jornal O Século de 28 de abril de 1974, citado pelo Esquerda.net.
  • Fernando Sottomayor
    • O posto: aspirante, segundo a Associação 25 de Abril e a Comissão Comemorativa 50 Anos 25 de Abril; alferes miliciano, segundo a cronologia de Jofre Alves, que dá o nome completo.
    • As datas de nascimento e de morte, e o que lhe aconteceu depois do 25 de Abril.
  • Costa Gomes
    • O dia e o lugar do nascimento (Chaves, 30 de junho de 1914) e da morte (Lisboa, 31 de julho de 2001) vêm só do Wikidata.
  • Helena Cabeçadas
    • Que liceu frequentava: a ficha do Museu do Aljube refere o Liceu D. Filipa de Lencastre e o Liceu Rainha D. Leonor, sem dizer qual.
  • Helena Neves
    • O dia da libertação: 25 de abril (Museu do Aljube) ou a madrugada de 27, quando saíram os presos de Caxias (imprensa da época citada pelo Esquerda.net).
    • Em que anos foi deputada à Assembleia da República.
  • Helena Pato
    • O ano da fundação do Movimento Democrático de Mulheres: 1969 (biografia de Helena Pato no Museu do Aljube) ou 1968 (biografia de Isabel do Carmo no mesmo museu).
  • Helena Roseta
    • Se foi uma das fundadoras do Botequim: assim o dizem a FCSH+Lisboa e o Museu do Aljube; a cronologia de «O Essencial sobre Natália Correia» (Imprensa Nacional, 2024) dá o bar como propriedade de uma sociedade de Natália Correia e Isabel Meyrelles, e não a nomeia.
  • Humberto Delgado
    • O lugar da morte: Badajoz (Museu do Aljube, Comissão Comemorativa dos 50 Anos) ou perto de Olivença (Panteão Nacional; a Wikipédia precisa: Los Almerines, junto a São Rafael de Olivença). Os corpos só foram encontrados em abril de 1965, em Villanueva del Fresno.
    • O dia da chegada a Santa Apolónia: 16 de maio de 1958, a data escolhida para a lápide descerrada na estação em 2008, ou 15 de maio, «no dia seguinte» ao Porto, segundo o Museu do Aljube.
    • Quando começou a dissidência: a partir dos anos 1940 (Museu do Aljube) ou nos anos 1950 (Comissão Comemorativa dos 50 Anos).
  • Isabel do Carmo
    • O grau da Ordem da Liberdade: comendadora (CIG) ou grande-oficial (Wikipédia); o Museu do Aljube diz apenas «condecorada».
    • O tempo de prisão depois de 1978: libertada em 1982, segundo o Museu do Aljube; «cerca de quatro anos (1978-1984)», segundo a CIG.
    • O ano de fundação do MDM: 1968 (Museu do Aljube, nesta biografia) ou 1969 (biografia de Helena Pato).
    • As datas e os lugares exatos das prisões de 1970 e de 1972.
  • João Paulo Diniz
    • A grafia do apelido: Diniz (Museu do Aljube, Wikidata) ou Dinis (Associação 25 de Abril, Comissão Comemorativa dos 50 Anos do 25 de Abril).
    • Se sabia que a canção que anunciava era uma senha: as fontes não o dizem.
    • O ano de nascimento (1949) vem só da Wikidata.
  • Joaquim Furtado
    • A data e o lugar de nascimento só estão na Wikidata.
    • Que foi ele a ler também o segundo comunicado, às 4h45: a cronologia de Jofre Alves di-lo; a Associação 25 de Abril regista o comunicado sem dizer quem o leu.
  • José António Ribeiro Santos
    • Onde morreu: na sala de observações do Hospital de Santa Maria (Memória Comum, Comissão Comemorativa 50 Anos 25 de Abril e a página do Museu do Aljube sobre o assassinato) ou já sem vida à chegada ao hospital (biografia no mesmo museu).
  • José Barneto
    • A idade: 38 anos, segundo o Museu do Aljube e a Time Out, o que bate com a data de nascimento; 37, segundo O Século de 28 de abril de 1974, citado pelo Esquerda.net.
  • José Dias Coelho
    • A hora do crime: «em pleno dia» (Toponímia de Lisboa) ou «ao princípio da noite» (Voz do Operário).
  • Pinheiro de Azevedo
    • As datas e os lugares do nascimento e da morte vêm só da Wikidata.
  • Junqueira dos Reis
    • O nome completo, as datas de nascimento e de morte, e o que lhe aconteceu depois do 25 de Abril.
  • Leite de Vasconcelos
    • Se o locutor é o jornalista e escritor Teodomiro Leite de Vasconcelos (Arcos de Valdevez, 1944 – Maputo, 1997), como diz a Wikipédia; por isso não se indicam aqui datas de nascimento e de morte.
    • A mesma Wikipédia dá-o como locutor em direto nessa noite; a Associação 25 de Abril diz que estava de folga, que a sua voz foi gravada na véspera e que o locutor de serviço era Paulo Coelho.
  • Luís Filipe Lindley Cintra
    • O lugar da morte: Sesimbra, segundo o texto da Wikipédia, ou Lisboa, segundo a ficha da mesma página e o Wikidata. O Wikidata dá ainda Espariz como lugar de nascimento, contra Lisboa na Wikipédia.
  • José Luandino Vieira
    • O dia em que a SPE decidiu o prémio: 21 de maio de 1965, segundo o artigo da Wikipédia sobre Luandino; o artigo sobre a SPE cita notícias do Diário de Lisboa e do República de 19 de maio sobre a atribuição dos prémios.
  • Luísa Tito de Morais
    • O local e o dia do nascimento: o Museu do Aljube dá apenas o ano, 1942.
  • Madalena Barbosa
    • As datas exatas de nascimento (13 de março de 1942) e de morte (21 de fevereiro de 2008) vêm só da Wikipédia em inglês; a CIG dá apenas os anos.
    • A data de fundação do MLM: maio de 1974 (CIG), 7 de maio de 1974 (Comunidade Cultura e Arte) ou abril de 1974 (Wikipédia em inglês).
    • O ano em que entrou para a Comissão da Condição Feminina: 1980, segundo a Wikipédia em inglês; a CIG diz só «na década de 1980».
  • Manuel Serra
    • A fuga do Aljube e os pormenores da tortura só aparecem na Wikipédia, que cita o Público de 2010.
  • Manuela Porto
    • O dia da palestra sobre Virginia Woolf: a exposição esteve aberta de 4 a 12 de janeiro de 1947, e as fontes não dizem em que dia ela falou.
    • Em que sede trabalhou como vice-presidente do CNMP: na Praça dos Restauradores ou já na Travessa da Fábrica das Sedas, nas Amoreiras, para onde o Conselho se mudou em 1946.
  • Marcelo Caetano
    • As datas e os lugares de nascimento e de morte vêm só da Wikidata.
  • Margarida Tengarrinha
    • Quando passou à clandestinidade: em finais de 1954 (testemunho no Museu do Aljube) ou em 1955 (Wikipédia e biografia de José Dias Coelho no mesmo museu).
    • A morada da casa clandestina de Lisboa onde viveu com José Dias Coelho e onde funcionou o gabinete de falsificação de documentos.
  • Maria Alda Nogueira
    • A data da libertação: dezembro de 1968, em liberdade condicional (Wikipédia), ou dezembro de 1969, ao fim de «dez anos» em Caxias (Memória Comum).
    • O dia do julgamento (22 de outubro de 1960) e o lugar da prisão (num táxi, na Avenida da Liberdade) só aparecem na Wikipédia.
    • Se foi a «primeira mulher em Portugal condenada à prisão por motivos políticos», como diz a CIG: o Memória Comum diz, mais precisamente, que foi a primeira condenada a oito anos de prisão maior e medidas de segurança.
    • O fim do mandato de deputada: 1986, segundo a Wikipédia e o Memória Comum, que noutro passo diz «de 1975 a 1985».
    • A placa de homenagem descerrada em 2024 na Rua José Dias Coelho, em Alcântara, referida só na Wikipédia.
  • Maria Antónia Fiadeiro
    • O local de nascimento (Lisboa) e o dia da morte (31 de março de 2023) só aparecem na Wikipédia; a CIG dá apenas os anos, 1942–2023.
    • O ano em que passou a chefe de redação da revista: 1975, segundo a Wikipédia; a CIG não o diz.
    • O ano de «Aborto – O Crime Está na Lei»: 1984, segundo a CIG e a lista de obras da Wikipédia; a introdução da mesma Wikipédia diz 1978.
    • Se a redação de «Mulher – Modas e Bordados» ficava no edifício d'O Século em 1974–1975.
    • Se foi presa em 1962: a CIG e a Wikipédia dizem que a PIDE a prendeu na crise académica, por apoiar a greve de fome na cantina; o Memória Comum, que regista os presos políticos, dá como data da primeira prisão 26 de novembro de 1972.
    • Que foi presa no aeroporto de Lisboa: a Wikipédia diz só «no aeroporto», e a CIG diz que foi presa em 1972, quando regressava do Brasil.
  • Maria Antónia Palla
    • As acusações: «exercício ilegal da medicina», na queixa da Maternidade Alfredo da Costa (CIG, Wikipédia); «atentado ao pudor e incitamento ao crime», no relato da própria à Comunidade Cultura e Arte.
    • Em que tribunal de Lisboa foi julgada, em 1979.
    • Se a redação de O Século Ilustrado ficava no edifício do jornal, na Rua de O Século.
  • Maria Barroso
    • O lugar de nascimento: Olhão, segundo a Wikidata; Lisboa, segundo a exposição da Assembleia da República. Os dias do nascimento (2 de maio de 1925) e da morte (7 de julho de 2015), e o lugar da morte, vêm só da Wikidata; a CIG dá apenas os anos, 1925–2015.
    • De onde e em que dia partiu de França o comboio em que regressaram.
    • Quando foi expulsa do Teatro Nacional e proibida de ensinar: a exposição da Assembleia da República não dá datas.
  • Maria Cândida Parreira
    • Os dias de nascimento (16 de janeiro de 1877) e de morte (28 de julho de 1942) vêm só da Wikipédia; a Faces de Eva dá apenas os anos.
    • Onde e quando publicou a explicação sobre a escolha de Salazar: Irene Flunser Pimentel cita-a sem indicar a origem.
  • Maria Clara Correia Alves
    • As datas e os lugares do nascimento, do casamento e da morte vêm só da Wikipédia, que cita os registos paroquiais e civis.
    • Até quando dirigiu a «Alma Feminina»: até 1920, segundo a Wikipédia; o registo da Biblioteca Nacional, que cobre a revista de 1917 a 1946, dá-a como diretora, sem datas.
  • Maria da Conceição Moita
    • O dia da prisão, 6 de dezembro de 1973, e a fuga para Paris que preparava vêm da Wikipédia, que cita o livro «Os Últimos Presos do Estado Novo», de Joana Pereira Bastos; ela própria, em 2014, disse apenas «em dezembro de 73».
    • Se foi militante das Brigadas Revolucionárias, como dizem Carlos Antunes (citado por António de Araújo) e a tese de Eloísa Aragão, ou só apoiante, como contou em 2014: «a única coisa que eu fiz antes do 25 de Abril foi apoiar algumas ações das Brigadas Revolucionárias».
    • Quem decidiu que seria ela a ler a declaração na Capela do Rato: Carlos Antunes diz que foi ele, «por razões de disciplina»; os relatos dos católicos falam de uma decisão do grupo, e António de Araújo regista a versão de Antunes com reservas.
    • O nome completo: «Maria da Conceição Victor Moita», segundo o processo da DGS de 1973 citado por António de Araújo.
  • Maria de Lourdes Pintasilgo
    • A data em que assumiu a presidência da Comissão para a Política Social relativa à Mulher (novembro de 1973, segundo a Wikipédia).
    • Se foi a primeira mulher ministra em Portugal, como é muitas vezes dito: nem o Arquivo Pintasilgo nem a Wikipédia o afirmam.
    • A data exata da posse como secretária de Estado (maio de 1974).
    • Um lugar de Lisboa com morada documentada ligado à sua ação nos anos 1970 (o ministério, a Comissão da Condição Feminina).
  • Maria Guardiola
    • As legislaturas em que foi deputada: a I, a II, a III e a V, segundo a revista Faces de Eva; a Wikipédia diz que o foi de 1935 a 1945.
  • Isabel Aboim Inglez
    • A data da morte: 7/3/1963 (Wikipédia, que cita o registo de óbito); o Wikidata tem também 7/3/1953, e um texto do Museu do Aljube fala de «58 anos da sua morte», que pode ser de 2021.
    • A grafia do apelido: «Inglez» (Museu do Aljube) ou «Inglês» (Wikipédia, Casa Comum).
    • O ano do episódio do Tribunal Plenário e das Mónicas (1958, segundo a Wikipédia; o Museu do Aljube não o data).
    • Se foi dirigente do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas e da Associação Feminina Portuguesa para a Paz: o Museu do Aljube chama-lhe «dirigente» das duas (e do MUD, entre 1946 e 1948); a CIG e a Wikipédia dizem que entrou como sócia no Conselho, nos anos 1930, e que mais tarde aderiu à Associação.
  • Maria Isabel Barreno
    • A data de nascimento: 10 de julho de 1939 (MDM, Wikipédia, Wikidata) ou 7 de outubro de 1939 (Comissão Comemorativa dos 50 Anos do 25 de Abril).
    • O local da morte: o Observador refere a cremação no cemitério dos Olivais, sem dizer onde morreu.
    • Se esteve na manifestação do MLM no Parque Eduardo VII, a 13 de janeiro de 1975 (as fontes lidas nomeiam-na como fundadora do movimento, não como manifestante nesse dia).
  • Maria José Morgado
    • O dia de nascimento, 27 de junho de 1951, só aparece na Wikidata; a CIG dá apenas o ano, e nenhuma das fontes diz onde nasceu.
    • Quanto tempo esteve presa e se só foi libertada com o 25 de Abril.
    • O andar dos interrogatórios: «o quarto andar», no relato ao Jornal de Notícias; o terceiro piso, segundo as outras fontes sobre a sede da PIDE — talvez uma diferença na maneira de contar os pisos.
  • Maria Lamas
    • As datas das prisões: quatro (1949, 1950, 1951 e 1953) segundo Virgínia Baptista; três, entre 1949 e 1962, segundo o Museu do Aljube; 1949, 1953 e 1962 segundo a Wikipédia.
    • O início em «Modas e Bordados»: 1928 (Virgínia Baptista; Wikipédia) ou 1930 (CIG); o MDM dá abril de 1929 para a entrada n'O Século.
    • O número de fascículos de «As Mulheres do Meu País»: 15 (Virgínia Baptista) ou 24 (Teresa Joaquim).
    • As datas dos exílios: Virgínia Baptista dá 1953, 1956–1957 e 1961–1969; o MDM dá a Madeira entre o fim de 1957 e 1959 e Paris de junho de 1962 a 3/12/1969.
    • A data da morte (6/12/1983) só foi lida no Wikidata.
    • Que o aeroporto onde foi presa em dezembro de 1953 é o de Lisboa: o MDM escreve só «no Aeroporto».
  • Maria Lourença Cabecinha
    • A data da morte, 7 de janeiro de 2022, só a Wikidata a dá.
  • Maria O'Neill
    • O dia da morte: 23 de março de 1932 (Wikipédia) ou 21 de março (Silêncios e Memórias).
    • O lugar da morte: «perto de Cabo Verde», segundo o corpo do artigo da Wikipédia, ou «costa brasileira», segundo o início do mesmo artigo; o Silêncios e Memórias diz apenas «no Oceano Atlântico».
    • A morada onde viveu em Lisboa, que as fontes não dão.
  • Maria Teresa Cárcomo Lobo
    • O dia da tomada de posse, em agosto de 1970: a nomeação foi notícia n’A Capital a 20 de agosto.
    • Em que legislatura foi deputada à Assembleia Nacional (o Observador não o diz, e a Wikipédia confunde-o com a nomeação para o governo).
  • Maria Teresa Horta
    • A data da agressão na rua: o Museu do Aljube situa-a antes de maio de 1971; o Observador fala de violência «nas ruas», sem data nem local.
    • O advogado de defesa: Duarte Vidal, segundo a Wikipédia; o Diário de Lisboa de maio de 1974 chama «advogado de Maria Teresa Horta» ao «dr. Ataíde Ferreira» e dá Duarte Vidal como advogado de Maria Isabel Barreno.
  • Maria Veleda
    • O dia do nascimento: 26 de novembro de 1871 (Toponímia de Lisboa) ou 26 de fevereiro de 1871 (Wikipédia, que indica a Rua da Parreira, em Faro).
    • Se foi sócia fundadora da Liga Republicana das Mulheres Portuguesas (Toponímia de Lisboa) ou se aderiu em 1909 sem entrar na comissão organizadora, porque António José de Almeida a achava demasiado revolucionária (Wikipédia).
    • Se presidiu ao Grupo Português de Estudos Feministas em 1907, como diz a Toponímia de Lisboa: a Wikipédia di-la uma das fundadoras, e outras fontes dão a presidência a Ana de Castro Osório.
    • Até quando presidiu à Liga: segundo a Wikipédia, rompeu com ela em 1915, quando a Liga se declarou apartidária.
    • O ano do opúsculo «Emancipação Feminina»: 1906 (Toponímia de Lisboa) ou 1902 (Wikipédia).
  • Maria Velho da Costa
    • A data da morte: 23 de maio de 2020 (Observador, notícia do próprio dia); a síntese lida na página da Imprensa Nacional dava 25 de maio.
    • A Wikipédia diz que o pai, oficial de Infantaria, entrou em 1958 para os censores da comissão de censura de Lisboa; não se encontrou outra fonte.
  • Mário Soares
    • Os dias de nascimento (7 de dezembro de 1924) e de morte (7 de janeiro de 2017) vêm só da Wikidata.
  • Militão Ribeiro
    • O dia da morte: 2 de janeiro de 1950, segundo o Museu do Aljube e a Memória Comum, que diz que entrou em coma nessa manhã; 3 de janeiro, segundo a Wikidata.
    • A idade à morte: o Museu do Aljube diz 54 anos, mas as datas que dá (13 de agosto de 1896 e 2 de janeiro de 1950) fazem 53.
  • Natália Correia
    • A pena pela Antologia: 90 dias de prisão substituídos por multa (Imprensa Nacional), 90 dias com pena suspensa (Assembleia da República) ou três anos de pena suspensa (Toponímia de Lisboa, FCSH).
    • O ano da condenação: 1970, no fim do julgamento (Imprensa Nacional, Toponímia de Lisboa), ou 1966 (Museu do Aljube, RTP Ensina), que é o ano do livro segundo a Imprensa Nacional; a Assembleia da República data a edição de novembro de 1965.
    • Se chegou a ser presa em 1966, como diz a Wikipédia; nenhuma outra fonte o refere.
    • O dia do primeiro debate sobre o aborto: 2 de março de 1982 (Assembleia da República) ou 3 de março (Polígrafo, que leu as atas). A FCSH põe a resposta a João Morgado no debate de 12 de novembro de 1982.
    • Onde ficava a Estúdios Cor, a editora de que foi diretora literária.
  • Noémia de Sousa
    • O nome completo: Carolina Noémia Abranches de Sousa Soares, segundo a Wikipédia.
    • A biografia assenta sobretudo na Wikipédia: falta uma fonte institucional que confirme os anos de Lisboa (1951–1964) e o exílio em Paris.
  • Norton de Matos
    • O dia da desistência: 12 de fevereiro de 1949, segundo a Wikipédia, ou «a três dias das eleições», isto é, 10 de fevereiro, segundo o Museu do Aljube.
  • Olga Morais Sarmento
    • A fundação da Secção Feminista da Liga Portuguesa da Paz e a conferência de 18 de maio de 1906 na Sociedade de Geografia de Lisboa só estão documentadas na Wikipédia.
    • A data e o lugar da morte: dezembro de 1948, sem lugar, no texto da Wikipédia; 17 de outubro de 1948, em Lisboa, na Wikidata. Hélène de Zuylen morreu em Lisboa a 17 de outubro de 1947.
  • Otelo Saraiva de Carvalho
    • O dia e o lugar do nascimento (Lourenço Marques, hoje Maputo, 31 de agosto de 1936) e da morte (Lisboa, 25 de julho de 2021) vêm só do Wikidata; o Centro de Documentação 25 de Abril dá apenas o ano de nascimento.
    • Onde foi eleito para a direção da Comissão Coordenadora: na reunião de Óbidos, a 1 de dezembro de 1973 (Comissão Comemorativa 50 Anos), ou na da Costa da Caparica, a 5 de dezembro (Associação 25 de Abril).
    • Quando assumiu o COPCON e a Região Militar de Lisboa: o Centro de Documentação 25 de Abril dá 13 de julho de 1975, mas a Comissão Comemorativa 50 Anos já o apresenta como comandante-adjunto do COPCON em setembro de 1974.
    • Se ficou de facto retido no Palácio de Belém no 28 de Setembro: a Comissão Comemorativa 50 Anos diz que ele e Vasco Gonçalves estiveram «aparentemente detidos».
  • Paulo de Carvalho
    • O dia e o lugar do nascimento (Lisboa, 15 de maio de 1947) vêm só do Wikidata.
  • Raul Alves
    • A data da morte: 31 de julho de 1958, segundo o Memória Comum; 1 de agosto de 1957, segundo a Comissão Comemorativa dos 50 Anos do 25 de Abril.
  • Regina Quintanilha
    • Se foi a primeira notária portuguesa, como diz o 24 Notícias, ou a segunda, depois de Aurora de Castro e Gouveia, como dizem a Wikipédia e a Toponímia de Lisboa.
    • Se foi a primeira mulher licenciada em Direito em Portugal (24 Notícias) ou uma das primeiras, com Maria da Ascensão de Sousa Sampaio (Wikipédia).
    • As datas da presidência da Assembleia Geral do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas (1917–1919) vêm só da Wikipédia.
  • Salgueiro Maia
    • A data e o lugar da morte: 3 de abril de 1992, no Hospital Militar, em Lisboa (Comissão Comemorativa 50 Anos 25 de Abril); 3 de abril de 1992, em Santarém (Centro de Documentação 25 de Abril); 4 de abril de 1992, em Santarém (Wikidata).
    • O ano em que entrou na Escola Prática de Cavalaria: 1967, segundo a Comissão Comemorativa, que dá o dia (1 de fevereiro); 1966, segundo o Centro de Documentação 25 de Abril.
  • Silva Pais
    • Se foi Silva Pais quem deu a ordem de disparar: a cronologia de Jofre Alves atribui-lhe, com o inspetor superior Coelho Dias, as ordens de fogo sobre a multidão às 13h30; as outras fontes não o dizem.
    • As datas e os lugares de nascimento e de morte vêm só da Wikidata.
  • Sofia Ferreira
    • O tempo total de prisão: «mais de 13 anos», segundo a nota do PCP de 2010, ou «mais de doze anos», segundo o discurso do PCP no centenário do nascimento (2022).
    • O dia da morte: 22 de abril de 2010, segundo a Wikidata; a nota do PCP, publicada nesse dia, não o diz.
  • Sofia Quintino
    • A morada do consultório (Rua da Palma, 206, 1.º esq.) e as datas da carreira hospitalar (1918–1948) dependem só da Wikipédia.
  • Sophia de Mello Breyner Andresen
    • O nome da comissão de apoio aos presos políticos: «Comissão Nacional de Apoio aos Presos Políticos» (Assembleia da República) ou Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos, CNSPP (Eloísa Aragão).
    • O livro em que o poema «25 de Abril» foi publicado pela primeira vez (provavelmente «O Nome das Coisas», 1977, que consta da bibliografia da Assembleia da República).
    • Se esteve na vigília da Capela do Rato (as fontes divergem).
    • O local da morte: as fontes dizem que viveu na Travessa das Mónicas até morrer, sem dizer onde morreu.
  • Stella Piteira Santos
    • Vêm só da Wikipédia: a ajuda na fuga de «Pavel» do Aljube (maio de 1938), a data da prisão (15 de fevereiro de 1962), a passagem por Caxias, o pormenor de ter sido a primeira mulher locutora da Rádio Voz da Liberdade e o dia do regresso a Portugal (2 de maio de 1974). A CIG diz apenas que foi presa e torturada «em Lisboa» e que era a voz da rádio.
    • Em que sede do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas militou: a dos Restauradores ou a das Amoreiras, para onde o Conselho se mudou em 1946. A Wikipédia situa a sua entrada depois de julho de 1946; a CIG não dá data.
  • Virgínia Moura
    • Os dias e os lugares do nascimento e da morte: a CIG dá só os anos, 1915 e 1998.
  • Virgínia Quaresma
    • Quando passou a dirigir a delegação de Lisboa da Agência Americana de Notícias: a Toponímia de Lisboa liga-a ao apoio à Cruzada das Mulheres Portuguesas durante a Grande Guerra; a Wikipédia diz que só começou a trabalhar na agência em 1922.
    • Em que número da Rua do Norte viveu, e até quando: a Toponímia de Lisboa diz só que arrendou casa em frente ao jornal.
  • José Afonso (Zeca Afonso)
    • A data do I Encontro da Canção Portuguesa: 29 de março de 1974 (fotografia de Carlos Gil na Casa Comum, Wikipédia) ou 28 de março (cronologia da Associação 25 de Abril).
    • A hora a que «Grândola» passou na Rádio Renascença: 0h20 (Comissão Comemorativa 50 Anos 25 de Abril) ou 0h25 (RTP Ensina).
    • Quando saiu de Caxias: a Wikipédia diz que esteve detido entre abril e maio de 1973; a Associação 25 de Abril regista só a prisão, em abril.

Cronologia