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Resistênciapor Onofriana.pt
Duas jovens sorridentes levantam cartazes pretos escritos à mão, com cravos vermelhos desenhados, debaixo das árvores e no meio da multidão.
No desfile do 25 de Abril de 2024, em Lisboa, os versos de «Grândola, Vila Morena» em cartazes — «Em cada esquina um amigo», «Em cada rosto igualdade». Anita Braga, CC BY-SA 4.0

Lisboa, 1910–1976

A cidade que resistiu

Percursos a pé pelos lugares onde se lutou contra a ditadura — das sufragistas da República ao 25 de Abril, com as mulheres no centro da história.

Perto de si

Está em Lisboa? Veja que história tem a rua onde está.

Percursos

Caminhadas pela cidade, cada uma com a sua história: as paragens por ordem, o mapa, o que aconteceu em cada esquina e quem lá esteve.

Ver os 8 percursos

Os percursos a pé, à escala, sobre Lisboa.

Revolução · a pé

O dia inicial

O 25 de Abril de 1974 hora a hora, do Terreiro do Paço ao Carmo e à porta da polícia política

Distância
2,4 km
Duração
1 h 30 min
Paragens
7 paragens
Dificuldade
Média

Mulheres · a pé

Graça, a colina das mulheres

Costureiras em greve, uma propagandista republicana, uma cadeia de mulheres, um bar e uma poeta — a Graça contada por elas

Distância
1,7 km
Duração
1 h 15 min
Paragens
6 paragens
Dificuldade
Exigente

Repressão · a pé

A máquina da repressão

A cadeia, o tribunal, os calabouços, a polícia, a censura e a propaganda — a ditadura cabia num quilómetro e meio

Distância
2,3 km
Duração
1 h 25 min
Paragens
6 paragens
Dificuldade
Média

República · a pé

O voto de Carolina

As sufragistas da I República, da Baixa a Arroios — médicas, professoras e jornalistas que pediram o voto, e uma que votou

Distância
4,1 km
Duração
1 h 50 min
Paragens
6 paragens
Dificuldade
Média

Oposição · a pé

Do Rato ao Parque

As associações de mulheres que o regime fechou, a vigília contra a guerra, a rádio da revolução e a manifestação feminista de 1975

Distância
3,8 km
Duração
2 h
Paragens
8 paragens
Dificuldade
Média

60 mulheres nesta história

Mulheres que não se calaram

Sufragistas, escritoras, operárias, médicas, presas políticas, militantes na clandestinidade. A resistência também se escreveu no feminino — e é por elas que esta app começa.

Por tema

No arquivo

Ouvir quem lá esteve

Mulheres que resistiram à ditadura contam, na primeira pessoa, o que viveram. Os testemunhos foram gravados pelo Museu do Aljube; cada um está na página de quem o deu, ao lado da biografia e das fontes.

Documentário montado por Sofia Gomes para a exposição «Mulheres e Resistência – Novas Cartas Portuguesas e outras lutas», com excertos dos testemunhos que o Museu do Aljube recolhe desde 2015: dezasseis mulheres falam da resistência à ditadura e da luta pelos direitos das mulheres. Esta versão tem interpretação em Língua Gestual Portuguesa; a versão sem LGP está no mesmo canal (XmUbNbnHgKg, 2022).

Página original Licença padrão do YouTube — embed permitido pelo canal oficial do Museu do Aljube

Museu do Aljube Resistência e Liberdade, no YouTube. O leitor só se liga a esse sítio quando carregar em «Ver».

As datas

Da implantação da República à Constituição de 1976, e o que veio depois: 403 datas.

  1. 1910Implantação da República em Lisboa República
  2. 1911Carolina Beatriz Ângelo, a primeira mulher a votar em Portugal Mulheres
  3. 1926Golpe militar de 28 de Maio põe fim à I República Repressão
  4. 1933Entra em vigor a Constituição do Estado Novo Repressão
  5. 1945Fundação do Movimento de Unidade Democrática (MUD) Oposição
  6. 1958Humberto Delgado: «Obviamente, demito-o!» Oposição
  7. 1962Proibido o Dia do Estudante: começa a crise académica de 1962 Estudantes
  8. 1969Sophia de Mello Breyner e Maria Barroso candidatas pela oposição Mulheres
  9. 1972Publicadas as «Novas Cartas Portuguesas» Mulheres
  10. 1974Celeste Caeiro e os cravos Revolução
  11. 1975Eleição da Assembleia Constituinte: 20 deputadas Mulheres
  12. 1976Assembleia Constituinte aprova a Constituição da República Revolução

Abrir a cronologia completaPIDE, MFA, MUD…: o glossário

Um projeto da

Onofriana.pt — A Herança Feminina do Fado

A Onofriana.pt dedica-se à herança feminina do fado. A Resistência leva o mesmo olhar à história da liberdade em Lisboa: lugares, pessoas e datas, contados a partir de museus, arquivos, jornais e estudos — com as fontes em cada página.

percursos
8percursos
lugares
83lugares
pessoas
99pessoas
mulheres
60mulheres
datas
403datas
fontes
798fontes