Represióntrabalhadora rural e empregada domésticafuncionária clandestina do PCPmembro do Comité Central do PCPpresa política
Nació
1 de mayo de 1922, Alhandra
Murió
22 de abril de 2010
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Filha de trabalhadores agrícolas de Alhandra, foi presa com Álvaro Cunhal e Militão Ribeiro em 1949 e de novo em 1959, e passou mais de treze anos nas prisões da ditadura.
Nasceu em Alhandra a 1 de maio de 1922, filha de trabalhadores agrícolas.2 Aos dez anos já trabalhava nas lezírias do Ribatejo, e cedo foi para Lisboa como empregada doméstica. As irmãs, Georgette e Mercedes, foram também militantes comunistas.3 Aderiu ao PCP em 1945 e passou à clandestinidade em 1946, numa tipografia clandestina na Figueira da Foz.23
Com o nome de «Elvira», vivia numa casa clandestina no Luso com Álvaro Cunhal, que era «Manuel», e Militão Ribeiro. Na madrugada de 25 de março de 1949, seis agentes da PIDE e elementos da GNR prenderam os três.14 Sofia ficou presa três anos.1 Em 1957 foi eleita para o Comité Central, e em 1959 voltou a ser presa e torturada.2 Esteve no Forte de Caxias, onde dirigiu com Maria Alda Nogueira a célula do PCP.7 Ao todo, passou mais de treze anos nas prisões da ditadura.2
Depois de algum tempo na União Soviética, regressou à luta clandestina em 1969.2 Num depoimento publicado em 1975 em «Mulheres Portuguesas na Resistência», responsabilizou o médico da PIDE José Godinho Gama Barata pela morte de Albina Fernandes, a quem não prestou «nenhuma assistência», apesar de ter visto as suas crises na prisão.5 Morreu em 2010, aos 87 anos.2
En el archivo
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Dirigente comunista, fue detenido en 1949 y se fugó de la Fortaleza de Peniche en 1960. Secretario general del PCP, regresó del exilio el 30 de abril de 1974 y habló a la multitud en el aeropuerto subido a un blindado Chaimite.
Militante comunista en la clandestinidad, fue detenida en 1959 y condenada a ocho años de prisión mayor y medidas de seguridad, que cumplió en Caxias. Diputada desde la Constituyente, presidió la Comisión Parlamentaria de la Condición Femenina de 1983 a 1985.
Dirigente comunista, esteve no grupo de presos que inaugurou o Tarrafal em 1936. Preso de novo em 1949, com Álvaro Cunhal e Sofia Ferreira, morreu em isolamento na Penitenciária de Lisboa, em greve de fome, a 2 de janeiro de 1950.
Militante comunista detenida en 1961 con sus dos hijos pequeños, a los que mantuvo a su lado en Caxias. Pasó seis años y siete meses en la cárcel y se suicidó en 1970, con el sistema nervioso debilitado por los años de prisión.
Uma das primeiras associadas da Associação Feminina Portuguesa para a Paz, ajudou refugiados judeus durante a guerra. Presa e torturada pela PIDE em 1962, exilou-se na Argélia e foi, em Argel, a primeira voz feminina da Rádio Voz da Liberdade.
Periodista y documentalista nacida en Angola. Estudiante de Medicina activa en las comisiones de apoyo a los presos políticos, fue detenida en 1970 por sus contactos con los movimientos de liberación angoleños y condenada por el Tribunal Plenario de Lisboa.
Notas sobre las fuentes2
O tempo total de prisão: «mais de 13 anos», segundo a nota do PCP de 2010, ou «mais de doze anos», segundo o discurso do PCP no centenário do nascimento (2022).
O dia da morte: 22 de abril de 2010, segundo a Wikidata; a nota do PCP, publicada nesse dia, não o diz.